\n'; document.write(barra); } } changePage();
|
|
Igreja Bom Jesus do Monte A
capela original foi construída em 1763 por Manoel Cardoso Ramos, teve sua
oficialização como Igreja Matriz de Paquetá em 24 de janeiro de 1810. Seu
primeiro vigário foi o Padre Manoel Teixeira Campos em 4 de de agosto de
1810 e desde então, até agora, a Igreja contou com 48 vigários. Em
11 de novembro de1898 o Padre Juvenal David Madeira lançou a pedra
fundamental para a construção de um novo templo. O
Altar Mor foi construído pelo Padre Francisco José Alves da Silva e a
Igreja passou por várias reformas até que em 2 de setembro de 1900 o prédio
foi concluído em inauguração solene. Sendo que a última reforma, de
menor porte, teve a direção do Pintor Augusto Silva. Curiosidades: O
padre Francisco José Alves da Silva foi o vigário que permaneceu por
mais tempo à frente da Igreja: 45 anos, a partir de 6 de fevereiro de
1820. Manoel Cardoso Ramos, faleceu em 31 de julho de 1794 e foi sepultado sob o Altar da Capelinha. Em seu testamento, pediu que fosse enterrado sob o Altar Mor e que rezassem mensalmente uma missa em intenção da sua alma. Muito tempo depois, foi transferido para uma sepultura fora da Igreja, à direita de quem olha de frente a Igreja. |
|
Capela de São Roque Construída no final do século XVII pelo Padre Manoel Antunes Espinha com autorização de D.
José de Barros Alarcão – 1º Bispo de Rio de Janeiro. Nesta
época, Paquetá estava
subordinada eclesiàsticamente à Freguesia de Magé e os moradores
tinham que se deslocar até lá para cumprirem as obrigações religiosas. A capela foi construída em terras particulares de Manuel Ferreira Camelo, sendo os encargos por sua conta, beneficiando os moradores da Ilha que desejavam ter uma capela e em troca a capela
teria que ser consagrada à São Roque, o Santo de devoção do proprietário. A capela foi doada para o Arcebispo do R.J. em
17 de agosto de 1902. Em 1905, o Padre Juvenal iniciou uma reforma na
capela com a finalidade de recuperar o prédio que fora danificado pela
Revolta da Armada. A reforma foi realizada, exclusivamente, pela boa
vontade dos moradores através de
ofertas voluntárias. Em 1910, o arquitelo Miguel Bruno terminou a
reconstrução da Igreja. Como curiosidade é interessante ressaltar que
São Roque é o 2º francês intimamente ligado à história de Ilha. O
primeiro foi André Thevet, descobridor de Paquetá em 1555. Por trás do altar da capela, existe um painel de fundo, quadro, representando o Santo Milagroso, com seu cajado e seu cachorro, ao lado do famoso Poço de São Roque, obra do artista Pedro Bruno. Aida existe a Santa Ceia, pintada em 1973 e colocada na Capela por um seminarista da Ordem do Mercedários, Franchico. |
|